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A luz lusófona
Desde: 25/01/2017      Publicadas: 52      Atualização: 30/05/2017

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 Atualidades

  23/03/2017
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Estrupo entre casais - por Paula Sofia Campos Costa

O dever conjugal e a submissão feminina viveram essa situação até o seu reconhecimento pela lei do Tribunal de Cassação, em 1990, na qual o estupro conjugal é finalmente reconhecido e o consentimento sexual deve ser expresso.

Quando é não, é não, por que é tão difícil compreender este simples conceito? Casados ou não, um casal tem que estar de acordo. A mulher e o homem têm direitos e é fundamental respeitá-los. As mulheres não são simples objetos que têm que fazer tudo o que seu marido quer. Devemos-lhes nada. A relação num casal tem que ser baseada na confiança e no respeito. E este ato quebra esse sistema.

O problema com este tipo de estrupo é que ele é sempre banalizado. Mas não podemos fechar os olhos sobre esse ato recorrente. Felizmente muitos artigos e curtas-metragens tratam hoje desse assunto muitas vezes ignorado. É por isso que eu escolhi esse curta-metragem como exemplo:

 

« Es linda », disse ele, com uma voz inocente. Ela não se deixa enganar. Detrás deste elogio, ela sabe que o homem com o qual ela partilha sua vida tem outras ideias em mente. Até este momento, a cena filmada foi leve, os amantes brigam carinhosamente. Mas a cena vai se transformar em um mal-estar. É o início do curta-metragem “ Eu sou ordinário”, escrito e realizado por Chloé Fontaine e dirigido por Victor Habchy. Depois estas poucas palavras, o vídeo muda radicalmente de tom. A mulher repele as tentativas de aproximação, mas o homem não a escuta. Ele se deita em cima dela e a viola. Com o título, o filme lembra que o estrupo conjugal é uma banalidade porque é o estrupo conjugal que é “ordinário”. Segundo dados oficiais, 31% dos autores de estupro ou tentativa de estupro são os maridos das vítimas. Assustador, não é?

 

 

Fonte: http://www.madmoizelle.com/viol-conjugal-court-metrage-729525

  Autor:   Paula Sofia Campos Costa


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